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Economia do Reino Unido já está a sentir impactos do Brexit

  • As insolvências de empresas britânicas começaram a aumentar no segundo trimestre de 2016, depois de 16 trimestres consecutivos em declínio
  • Empresas estão a adiar decisões de investimento devido à incerteza associada ao Brexit
Lisboa, 23 novembro 2016 – A economia do Reino Unido tem resistido ao resultado do referendo que decidiu a saída do país da União Europeia (UE), embora a longo prazo possam surgir problemas, alerta a Euler Hermes, acionista da COSEC e líder mundial em seguro de créditos. Em causa está a desaceleração do crescimento do PIB, a diminuição da rentabilidade das empresas, o aumento das insolvências e o atraso nos pagamentos das empresas.
Depois do referendo realizado em junho deste ano, o risco de recessão imediata foi adiado pela rápida nomeação da nova líder do governo, Theresa May, e por uma utilização eficaz da política monetária. A Euler Hermes estima que a economia se mantenha relativamente resiliente até uma saída formal da UE, em 2019. No entanto, os impactos negativos deverão começar a sentir-se com maior intensidade já a partir de 2017.
A este propósito, Ludovic Subran, economista-chefe na Euler Hermes, alerta: “A resiliência da economia do Reino Unido está a camuflar problemas como a queda da rentabilidade do sector não financeiro desde 2015, sectores e empresas altamente alavancados que estão particularmente vulneráveis a choques externos, atraso de pagamentos das empresas, problemas de insolvência e sobre-endividamento entre os consumidores”. Acrescenta ainda que “a incerteza na preparação para a saída do Reino Unido da UE só aumentará estes problemas”.
Saiba mais no comunicado de imprensa em anexo.

Economia do Reino Unido já está a sentir impactos do Brexit

  • As insolvências de empresas britânicas começaram a aumentar no segundo trimestre de 2016, depois de 16 trimestres consecutivos em declínio
  • Empresas estão a adiar decisões de investimento devido à incerteza associada ao Brexit
Lisboa, 23 novembro 2016 – A economia do Reino Unido tem resistido ao resultado do referendo que decidiu a saída do país da União Europeia (UE), embora a longo prazo possam surgir problemas, alerta a Euler Hermes, acionista da COSEC e líder mundial em seguro de créditos. Em causa está a desaceleração do crescimento do PIB, a diminuição da rentabilidade das empresas, o aumento das insolvências e o atraso nos pagamentos das empresas.
Depois do referendo realizado em junho deste ano, o risco de recessão imediata foi adiado pela rápida nomeação da nova líder do governo, Theresa May, e por uma utilização eficaz da política monetária. A Euler Hermes estima que a economia se mantenha relativamente resiliente até uma saída formal da UE, em 2019. No entanto, os impactos negativos deverão começar a sentir-se com maior intensidade já a partir de 2017.
A este propósito, Ludovic Subran, economista-chefe na Euler Hermes, alerta: “A resiliência da economia do Reino Unido está a camuflar problemas como a queda da rentabilidade do sector não financeiro desde 2015, sectores e empresas altamente alavancados que estão particularmente vulneráveis a choques externos, atraso de pagamentos das empresas, problemas de insolvência e sobre-endividamento entre os consumidores”. Acrescenta ainda que “a incerteza na preparação para a saída do Reino Unido da UE só aumentará estes problemas”.
Saiba mais no comunicado de imprensa em anexo.