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Press Release COSEC - E se as economias também cantassem no Festival da Eurovisão

  •  “A carga pronta metida nos contentores”: Portugal na 14ª posição, com a melhor performance nos últimos 5 anos;
  •  “The winner takes a lot”: As empresas alemãs são as estrelas;
  • “Don’t go Brexit my heart“ (Reino Unido), “Sometimes when we Dutch” (Holanda) e “Comme d’aptitude” (França) no topo das classificações;
  • Espanha ganha pontos com “Living la vida normal”, Polónia recua com “With or without EU” e a Noruega dedica tema ao petróleo - “Why you gotta be so crude?”.

 

Lisboa, 11 de maio de 2016 – Enquanto os fãs do Festival da Eurovisão da Canção escolhem as suas músicas favoritas para a final deste sábado, em Estocolmo, a COSEC através de um Estudo do seu acionista Euler Hermes, líder mundial no sector de seguros, antecipa-se e anuncia os vencedores noutra área: o Festival Comercial da Eurovisão. Os economistas analisaram os números das diferentes balanças comerciais entre 2016 e 2017 e criaram um ranking, atribuindo a cada país da União Europeia uma música adequada ao ritmo dos dados.

Portugal surge na 14ª posição do ranking: este resultado, medido em termos de ganhos cumulativos para o período de 2016/17 - €7,2 mil milhões em exportações e €5,8 mil milhões em importações - representa a melhor performance do país nos últimos 5 anos no que respeita à sua balança comercial.

O grande vencedor é a Alemanha, com “The winner takes a lot”, uma alusão às exportações que deverão dar um impulso adicional de 110 mil milhões de euros, ao longo dos próximos dois anos, sendo que as importações deverão atingir os 98 mil milhões de euros, durante o mesmo período.

O Reino Unido, ao som de “Don’t go Brexit my Heart”, fica em segundo lugar, com um crescimento de 69 mil milhões de euros em exportações e de 92 mil milhões de euros em importações entre 2016 e 2017. Em terceiro lugar, surge a Holanda com “Sometimes when we Dutch”, (+ €65 mil milhões em exportações/ + €56 mil milhões em importações) e a “Comme d’aptitude” de França (+ €56 mil milhões em exportações / + €66 mil milhões em importações).

Do “Living la vida normal”, em Espanha, ao “With or without EU” polaco
 
No âmbito deste estudo, existem alguns paralelos surpreendentes entre os títulos das músicas e as nações comerciais europeias. A Alemanha tem recolhido os principais pontos pelo seu desempenho, e espera-se que os britânicos superem a dor de uma possível separação. A Holanda vem em terceiro lugar com os seus habituais sons suaves, seguida pela França com o grande talento para a exportação. Depois de alguns anos loucos na sequência da crise do euro, Espanha está a retomar a normalidade, e a Irlanda é o tigre da zona do euro, com um forte crescimento económico. Já a Polónia tem andado para trás e para a frente entre a UE e o discurso político nacional conservador, enquanto a Noruega canta uma canção melancólica sobre a dependência do petróleo. O título bastante triste da canção russa fala de isolamento económico, com efeitos na balança comercial, PIB e insolvências. E, por último, os gregos estão lentamente a recuperar, apesar das divergências com os credores, conclui o Estudo.

Press Release COSEC - E se as economias também cantassem no Festival da Eurovisão

  •  “A carga pronta metida nos contentores”: Portugal na 14ª posição, com a melhor performance nos últimos 5 anos;
  •  “The winner takes a lot”: As empresas alemãs são as estrelas;
  • “Don’t go Brexit my heart“ (Reino Unido), “Sometimes when we Dutch” (Holanda) e “Comme d’aptitude” (França) no topo das classificações;
  • Espanha ganha pontos com “Living la vida normal”, Polónia recua com “With or without EU” e a Noruega dedica tema ao petróleo - “Why you gotta be so crude?”.

 

Lisboa, 11 de maio de 2016 – Enquanto os fãs do Festival da Eurovisão da Canção escolhem as suas músicas favoritas para a final deste sábado, em Estocolmo, a COSEC através de um Estudo do seu acionista Euler Hermes, líder mundial no sector de seguros, antecipa-se e anuncia os vencedores noutra área: o Festival Comercial da Eurovisão. Os economistas analisaram os números das diferentes balanças comerciais entre 2016 e 2017 e criaram um ranking, atribuindo a cada país da União Europeia uma música adequada ao ritmo dos dados.

Portugal surge na 14ª posição do ranking: este resultado, medido em termos de ganhos cumulativos para o período de 2016/17 - €7,2 mil milhões em exportações e €5,8 mil milhões em importações - representa a melhor performance do país nos últimos 5 anos no que respeita à sua balança comercial.

O grande vencedor é a Alemanha, com “The winner takes a lot”, uma alusão às exportações que deverão dar um impulso adicional de 110 mil milhões de euros, ao longo dos próximos dois anos, sendo que as importações deverão atingir os 98 mil milhões de euros, durante o mesmo período.

O Reino Unido, ao som de “Don’t go Brexit my Heart”, fica em segundo lugar, com um crescimento de 69 mil milhões de euros em exportações e de 92 mil milhões de euros em importações entre 2016 e 2017. Em terceiro lugar, surge a Holanda com “Sometimes when we Dutch”, (+ €65 mil milhões em exportações/ + €56 mil milhões em importações) e a “Comme d’aptitude” de França (+ €56 mil milhões em exportações / + €66 mil milhões em importações).

Do “Living la vida normal”, em Espanha, ao “With or without EU” polaco
 
No âmbito deste estudo, existem alguns paralelos surpreendentes entre os títulos das músicas e as nações comerciais europeias. A Alemanha tem recolhido os principais pontos pelo seu desempenho, e espera-se que os britânicos superem a dor de uma possível separação. A Holanda vem em terceiro lugar com os seus habituais sons suaves, seguida pela França com o grande talento para a exportação. Depois de alguns anos loucos na sequência da crise do euro, Espanha está a retomar a normalidade, e a Irlanda é o tigre da zona do euro, com um forte crescimento económico. Já a Polónia tem andado para trás e para a frente entre a UE e o discurso político nacional conservador, enquanto a Noruega canta uma canção melancólica sobre a dependência do petróleo. O título bastante triste da canção russa fala de isolamento económico, com efeitos na balança comercial, PIB e insolvências. E, por último, os gregos estão lentamente a recuperar, apesar das divergências com os credores, conclui o Estudo.