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Covid-19: PIB da China caiu 6,8% no primeiro trimestre de 2020

Lisboa, 30 de abril de 2020 – O crescimento da economia da China, o país de origem do novo coronavírus, teve uma quebra de -6,8% no primeiro trimestre de 2020, depois de no último trimestre de 2019 ter registado uma subida de +6%, refere uma análise da Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos.

De acordo com o estudo “China: In search of lost demand”, recentemente publicado, a líder mundial em seguro de créditos prevê que o crescimento do PIB da China em 2020 se fique pelos +1,8%. As estimativas apontam para que, a partir de 2021, se verifique uma recuperação em forma de “U” e o crescimento do PIB seja de 8,5%.

Os economistas da Euler Hermes explicam, no entanto, que há fatores cuja evolução pode afetar de forma significativa estas estimativas, nomeadamente o surgimento de novos surtos da pandemia de Covid-19 (na China e/ou nos seus parceiros comerciais); a opção por políticas públicas de apoio ineficazes aos agentes económicos mais vulneráveis; ou o facto de a orientação da política orçamental não estar a ser suficientemente flexibilizada, dado que as autoridades chinesas se mantêm cautelosas quanto às vulnerabilidades estruturais do país.

Retoma completa da atividade apenas em junho

Nesta fase, e apesar de estimativas iniciais mais otimistas, prevê-se que a atividade económica chinesa retome totalmente apenas em junho, em consequência da evolução da procura interna e externa. Espera-se que as medidas públicas de apoio a implementar este ano sejam equivalentes a 6,5% do PIB. Este estímulo orçamental deverá ser composto sobretudo por investimentos públicos (em infraestruturas, saúde, políticas verdes, tecnologia, etc.), redução de impostos e de taxas para empresas. No plano monetário, o Banco Popular da China injetou liquidez no valor de 2,8% do PIB nominal, com especial destaque para as pequenas e médias empresas. Esperam-se novas injeções no valor de, pelo menos, 1% do PIB. As condições de crédito devem também ser mais facilitadas para as empresas.

 

Saiba mais no comunicado »

Covid-19: PIB da China caiu 6,8% no primeiro trimestre de 2020

Lisboa, 30 de abril de 2020 – O crescimento da economia da China, o país de origem do novo coronavírus, teve uma quebra de -6,8% no primeiro trimestre de 2020, depois de no último trimestre de 2019 ter registado uma subida de +6%, refere uma análise da Euler Hermes, acionista da COSEC – Companhia de Seguro de Créditos.

De acordo com o estudo “China: In search of lost demand”, recentemente publicado, a líder mundial em seguro de créditos prevê que o crescimento do PIB da China em 2020 se fique pelos +1,8%. As estimativas apontam para que, a partir de 2021, se verifique uma recuperação em forma de “U” e o crescimento do PIB seja de 8,5%.

Os economistas da Euler Hermes explicam, no entanto, que há fatores cuja evolução pode afetar de forma significativa estas estimativas, nomeadamente o surgimento de novos surtos da pandemia de Covid-19 (na China e/ou nos seus parceiros comerciais); a opção por políticas públicas de apoio ineficazes aos agentes económicos mais vulneráveis; ou o facto de a orientação da política orçamental não estar a ser suficientemente flexibilizada, dado que as autoridades chinesas se mantêm cautelosas quanto às vulnerabilidades estruturais do país.

Retoma completa da atividade apenas em junho

Nesta fase, e apesar de estimativas iniciais mais otimistas, prevê-se que a atividade económica chinesa retome totalmente apenas em junho, em consequência da evolução da procura interna e externa. Espera-se que as medidas públicas de apoio a implementar este ano sejam equivalentes a 6,5% do PIB. Este estímulo orçamental deverá ser composto sobretudo por investimentos públicos (em infraestruturas, saúde, políticas verdes, tecnologia, etc.), redução de impostos e de taxas para empresas. No plano monetário, o Banco Popular da China injetou liquidez no valor de 2,8% do PIB nominal, com especial destaque para as pequenas e médias empresas. Esperam-se novas injeções no valor de, pelo menos, 1% do PIB. As condições de crédito devem também ser mais facilitadas para as empresas.

 

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