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Revisão dos principais indicadores de risco-país

Lisboa, 30 de outubro de 2019 – Foi revista em setembro último a classificação de risco-país vigente na Euler Hermes, líder mundial em seguros de crédito e acionista da COSEC. A Argélia foi o país que sofreu maior degradação, em contraste com a Grécia cuja evolução positiva permite a retoma de coberturas a nível idêntico a outros países da OCDE.

A incerteza sobre o processo de saída do Reino Unido da União Europeia levou à sua classificação como mercado de risco médio, tendo as exportações portuguesas para este país caído 1,9% até julho, face a período homólogo de 2018. Os países que completam o top 5 das exportações nacionais, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos da América, apresentam risco baixo.

Mercados relativamente importantes como Angola e Brasil mantêm níveis de risco elevado ou sensível face à permanência de crescimentos incipientes e registam ambos quebras nas exportações portuguesas.

Conheça em detalhe o mapa de risco-país do 3º trimestre de 2019. 

COSEC – ao lado das empresas portuguesas

Num contexto macroeconómico de abrandamento a nível Mundial a COSEC mantém-se próximo das empresas nacionais, ajudando a avaliar riscos e identificar as melhores oportunidades de crescimento, quer no mercado interno quer no mercado externo, garantindo créditos próximo dos 13 mil milhões de euros dos quais 50% sobre mercados externos, em apoio às empresas exportadoras portuguesas.

Revisão dos principais indicadores de risco-país

Lisboa, 30 de outubro de 2019 – Foi revista em setembro último a classificação de risco-país vigente na Euler Hermes, líder mundial em seguros de crédito e acionista da COSEC. A Argélia foi o país que sofreu maior degradação, em contraste com a Grécia cuja evolução positiva permite a retoma de coberturas a nível idêntico a outros países da OCDE.

A incerteza sobre o processo de saída do Reino Unido da União Europeia levou à sua classificação como mercado de risco médio, tendo as exportações portuguesas para este país caído 1,9% até julho, face a período homólogo de 2018. Os países que completam o top 5 das exportações nacionais, Espanha, França, Alemanha e Estados Unidos da América, apresentam risco baixo.

Mercados relativamente importantes como Angola e Brasil mantêm níveis de risco elevado ou sensível face à permanência de crescimentos incipientes e registam ambos quebras nas exportações portuguesas.

Conheça em detalhe o mapa de risco-país do 3º trimestre de 2019. 

COSEC – ao lado das empresas portuguesas

Num contexto macroeconómico de abrandamento a nível Mundial a COSEC mantém-se próximo das empresas nacionais, ajudando a avaliar riscos e identificar as melhores oportunidades de crescimento, quer no mercado interno quer no mercado externo, garantindo créditos próximo dos 13 mil milhões de euros dos quais 50% sobre mercados externos, em apoio às empresas exportadoras portuguesas.