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Revisão dos principais indicadores de risco-setor

Lisboa, 30 de outubro de 2019 – Foi revista em setembro último a classificação de risco-setor vigente na Euler Hermes, líder mundial em seguros de crédito e acionista da COSEC.

Numa perspetiva nacional, de registar a manutenção da classificação de risco elevado nos setores do Têxtil e do Calçado, que sofreram até julho de 2019 evoluções negativas das exportações (-0,1% e -5,6%, respetivamente) num contexto de crescimento global das exportações de 2,2%. Estes setores destacam-se também pela negativa no número de insolvências, com aumentos de 40% no Têxtil e 16% no Calçado, num enquadramento geral de quebra de insolvências de 9% até setembro de 2019.

As incertezas associadas à guerra comercial dos EUA com a China e a União Europeia, o processo do Brexit e mudanças tenológicas em setores como o Automóvel, têm levado a um abrandamento do crescimento económico mundial com particular incidência na União Europeia, mas atingindo também a China. Esta degradação da situação económica mundial levou à manutenção da perceção de risco sensível no setor do Retalho nos principais mercados de destino das exportações portuguesas (Espanha, França, Itália, UK, EUA, Bélgica, Noruega e Suécia) e ao agravamento da perceção do risco do setor Automóvel para sensível em mercados tão importantes como Espanha e Itália e para risco médio na França e Alemanha.

O setor do Metal, influenciado pela queda forte dos preços das commodities durante 2019, associado à quebra da procura da China e também à evolução menos positiva do setor automóvel e da construção nalguns países como o Reino Unido, regista um agravamento da perceção de risco em vários países de destino das exportações portuguesas como a Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido, para risco sensível.

Importante para a indústria portuguesa de madeira, papel e pasta (cujas exportações representavam 7,5% do total nacional a julho de 2019) é a forte degradação do setor do Papel registada no Reino Unido e em Espanha, classificado como de risco elevado.

Conheça em detalhe o mapa de risco-setor do 3º trimestre de 2019. 

COSEC – ao lado das empresas portuguesas

Num contexto macroeconómico de abrandamento a nível Mundial a COSEC mantém-se próximo das empresas nacionais, ajudando a avaliar riscos e identificar as melhores oportunidades de crescimento, quer no mercado interno quer no mercado externo, garantindo créditos próximo dos 13 mil milhões de euros dos quais 50% sobre mercados externos, em apoio às empresas exportadoras portuguesas.

Revisão dos principais indicadores de risco-setor

Lisboa, 30 de outubro de 2019 – Foi revista em setembro último a classificação de risco-setor vigente na Euler Hermes, líder mundial em seguros de crédito e acionista da COSEC.

Numa perspetiva nacional, de registar a manutenção da classificação de risco elevado nos setores do Têxtil e do Calçado, que sofreram até julho de 2019 evoluções negativas das exportações (-0,1% e -5,6%, respetivamente) num contexto de crescimento global das exportações de 2,2%. Estes setores destacam-se também pela negativa no número de insolvências, com aumentos de 40% no Têxtil e 16% no Calçado, num enquadramento geral de quebra de insolvências de 9% até setembro de 2019.

As incertezas associadas à guerra comercial dos EUA com a China e a União Europeia, o processo do Brexit e mudanças tenológicas em setores como o Automóvel, têm levado a um abrandamento do crescimento económico mundial com particular incidência na União Europeia, mas atingindo também a China. Esta degradação da situação económica mundial levou à manutenção da perceção de risco sensível no setor do Retalho nos principais mercados de destino das exportações portuguesas (Espanha, França, Itália, UK, EUA, Bélgica, Noruega e Suécia) e ao agravamento da perceção do risco do setor Automóvel para sensível em mercados tão importantes como Espanha e Itália e para risco médio na França e Alemanha.

O setor do Metal, influenciado pela queda forte dos preços das commodities durante 2019, associado à quebra da procura da China e também à evolução menos positiva do setor automóvel e da construção nalguns países como o Reino Unido, regista um agravamento da perceção de risco em vários países de destino das exportações portuguesas como a Alemanha, França, Itália, Espanha e Reino Unido, para risco sensível.

Importante para a indústria portuguesa de madeira, papel e pasta (cujas exportações representavam 7,5% do total nacional a julho de 2019) é a forte degradação do setor do Papel registada no Reino Unido e em Espanha, classificado como de risco elevado.

Conheça em detalhe o mapa de risco-setor do 3º trimestre de 2019. 

COSEC – ao lado das empresas portuguesas

Num contexto macroeconómico de abrandamento a nível Mundial a COSEC mantém-se próximo das empresas nacionais, ajudando a avaliar riscos e identificar as melhores oportunidades de crescimento, quer no mercado interno quer no mercado externo, garantindo créditos próximo dos 13 mil milhões de euros dos quais 50% sobre mercados externos, em apoio às empresas exportadoras portuguesas.